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Políticas de segurança: compartilhar informações favorece o investimento no setor

  • Foto do escritor: Eduardo Sifuentes
    Eduardo Sifuentes
  • 1 de set. de 2025
  • 3 min de leitura

Criar novas políticas de segurança pública e privada é uma necessidade clara.


De acordo com um estudo da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), o Brasil está na 25ª posição entre os países com mais segurança pública.


Além disso, apesar do crescimento da segurança privada nos últimos anos, a legislação continua defasada e ainda  faltam regulamentações importantes para a implantação de soluções.


Para promover mudanças e fortalecer o setor no país, a troca de informações entre empresas, órgãos e lideranças faz toda a diferença.


Essa colaboração não só ajuda a definir medidas de segurança mais eficazes, como também colocá-las em prática. Isso porque gera confiança nos investidores, incentivando a inovação.


Entenda a seguir como a integração de dados impacta o investimento na segurança e as principais formas de fazer isso!


Por que compartilhar informações favorece o surgimento de novas políticas de segurança?



Empresas, associações e autoridades devem trocar informações frequentemente para criar novas políticas de segurança. Entre os principais motivos, estão: 


Experiências individuais agregam ao coletivo

Ao interagir com colegas de outras organizações, gestores ampliam a visão sobre vulnerabilidades próprias e identificam os ganhos que novos investimentos podem trazer.


Essa troca gera insights sobre ameaças recentes e soluções já testadas, acelerando a difusão de boas práticas. Com isso, o setor se torna mais preparado e atento às necessidades de evolução.


Desenvolvimento de soluções e tecnologias

A colaboração entre líderes impulsiona a inovação. Ao identificar desafios comuns, diferentes organizações podem trabalhar juntas no desenvolvimento de ferramentas, tecnologias e políticas de segurança realistas e eficientes.


Alinhamento estratégico

A troca de informações também fortalece o direcionamento do setor.


Empresas, órgãos e líderes conseguem alinhar prioridades e metas de curto, médio e longo prazo, o que gera mais inteligência na tomada de decisão.


Além disso, todos passam a caminhar na mesma direção, contribuindo para o crescimento consistente e sustentável do mercado.


O ponto é: reforçar a segurança não deve ser visto como um esforço isolado. A cooperação é o que torna o setor mais resiliente, inovador e preparado contra ameaças digitais e físicas.


Exemplos de colaboração que funcionam para promover o investimento em segurança



A conexão entre as organizações do mercado, mesmo por uma boa causa, como a criação de políticas de segurança efetivas, pode parecer abstrata em um primeiro momento.


Contudo, há várias maneiras de criar esse senso de comunidade no setor para beneficiar seu crescimento. Veja algumas:


Parcerias público-privadas

As Parcerias Público-Privadas (PPPs) unem governos e empresas na criação de projetos de segurança em larga escala.


Com elas, o uso de recursos é otimizado e soluções de interesse público ganham mais eficiência.


Fóruns e conselhos setoriais

Fóruns de discussão e conselhos multissetoriais criam ambientes para compartilhar experiências, alinhar prioridades e antecipar tendências.


São espaços colaborativos onde problemas do setor são discutidos e soluções conjuntas podem ser implementadas rapidamente.


Eventos ou congressos de networking

Iniciativas lideradas por empresas e profissionais da segurança privada têm mostrado como o compartilhamento de informações acelera mudanças reais.


É justamente esse o papel do WSC’26, maior congresso de segurança da América Latina.


O evento será realizado em abril de 2026, no Anhembi, em São Paulo, reunindo os principais nomes do mercado para 30 horas de debates.


Além disso, haverá inúmeras oportunidades de networking, já que serão 78 espaços de negócios em 5.500 m² para você trocar experiências.


Mais do que um encontro, o WSC’26 é um marco: será o ambiente em que ideias vão se transformar em parcerias, soluções  e políticas de segurança que vão definir o futuro do setor no Brasil e no mundo.


Garanta sua vaga e faça parte dessa transformação!


Conclusão

Por fim, o fortalecimento do setor de segurança depende de colaboração.


Quando empresas, autoridades e associações compartilham informações, criam-se bases sólidas para novas políticas de segurança.


O investimento também aumenta, pois gestores e líderes se sentem estimulados a inovar por conta da visão esclarecida.


Ou seja, o networking abre caminho não só para encontrar as melhores soluções, mas também para fazer o setor crescer de vez no país.



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